terça-feira, 13 de junho de 2017

Frouxidão...

Ontem, na tribuna da câmara, o vereador Monteiro afirmou uma grande verdade, sobejamente do conhecimento da população: de que condução da secretaria de saúde é frouxa.
Foi o único pronunciamento coerente desse vereador nesses seis meses.

Minutos antes, em aparte ao edil Rodolfo, Sérgio dos Santos saiu detrás do armário e deixou subtendido que a secretária de educação também é incompetente.
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Qual seria o motivo de os camaristas Nei e Débora constantemente usarem a tribuna para alardear que "não são oposição ao prefeito", que "querem somar para o bem do município", que "têm a função de fiscalizar" e blá, blá, blá?

Débora chega ao ridículo de brandir o plano de governo do alcaide para abalizar sua atuação. Será que ela não sabe que papel aceita tudo e que nenhum político cumpre o que escreve (ou que escreveram a ele) na busca (ou compra) de votos? Nem vereador segue o que prometeu...

E o Nei, ninguém ignora que é um político inteligente e experiente, mas parece que está mais para manhoso com essa lenga-lenga que vem se tornando rotina.

Nenhum deles precisa do prefeito pra nada. O contrário é que é verdadeiro. Se a funcão do vereador - na essência autêntico representante do povo - é fiscalizar os atos do Executivo, que o façam com fidelidade e nobreza. Devem isso aos que os elegeram. Destoar da missão é deixar claro que "se tem o rabo preso", como é comum dizer.

Se o vereador não for oposição declarada aos atos ilegais e imorais do prefeito ele é conivente, conveniente, incompetente e frouxo etica e moralmente. Ainda mais se tais atos são praticados contínua e assiduamente
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Mário da Padaria focou-se nos contratos imorais assinados pelo Vanderlão. Ele se diz indignado e não compreender o que vem acontecendo.

Ora, vereador, era sabido que com a eleição do PR o município tornar-se-ia alvo para a desova de apadrinhados de toda sorte. E esses contratos são o espelho dessa afirmação. Basta ter olho de ver, basta querer ver.

E, já vou cantando a bola: aguardem para agosto a entrada da empresa do tio da mulher do prefeito no transporte escolar...

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Foi mencionado que alguns vereadores (Nei, Débora e Mário) são retratados como "Os Três Mosqueteiros".

No romance de Alexandre Dumas, Athos, Porthos e Aramis defendiam a honra do reinado com a espada e a própria vida. Compará-los a vereadores é fazer o autor e as personagens revirarem no túmulo...

O trio de camaristas está mais para "Os Três Patetas"...